Design Thinking: despertando gatilhos criativos

25.outubro

Agência da 4Buzz

*Por Laís Vilela – equipe de atendimento 4Buzz

Na rotina de trabalho é repleta de problemas que de antemão já parecem ser tão complexos que temos dificuldade em enxergar soluções para eles. Isso acontece durante o dia a dia em uma agência ou qualquer outro tipo de negócio.

O Design Thinking surgiu justamente para organizar, com um determinado fluxo de processos definidos, uma estrutura que consiga visualizar de forma mais clara e instigante as possibilidades de respostas para essas dificuldades.

O mecanismo é composto seguindo meios similares aos processos criativos do designers e publicitários. Começa com uma desconstrução saudável de uma reunião de briefing, evoluindo para um método no qual o desejo é um trabalho colaborativo entre equipes multidisciplinares, visando a soluções criativas.

Como dar o start  no Design Thinking

Profissionais de diversos setores e áreas reforçam essa combinação inusitada de opiniões que é essencial para uma visão mais ampla em relação a uma determinada adversidade.

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E esse problema identificado é justamente o ponto de partida! O problema é colocado na mesa e a proposta é que o grupo envolvido o verifique com outros olhos, adotando uma empatia ao estudá-lo.

A pauta principal gira em torno da busca por opções de soluções para o problema. No primeiro momento, livre de censuras, as ideias mais diferenciadas e inviáveis podem e devem surgir. Entretanto, em conjunto, os envolvidos vão lapidando e recriando as ideias alheias baseando-se em suas próprias perspectivas.

Por onde começar

Uma dica é utilizar posts-its para escrever ideias e repassar para o colega de trabalho seguinte. Ele vai complementando com suas próprias ideias até que todos os participantes tenham dado sua contribuição. Ao final, os apontamentos são reunidos para que o grupo possa ler as sugestões específicas de cada um.

Esse processo estimula os insights. As ideias vão sendo costuradas, verbalizadas e debatidas.

Seguindo o fluxo, toda a análise e sugestão de abordagem são filtradas pela premissa da coerência, chegando de fato a um cenário realístico e factível.

Instigando as células cinzentas, o processo é feito em sinergia e vai em direção a um caminho: viabilidade, inovação e prática.

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