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Super Bowl e a publicidade

Data: 01-fev-2019

Por: Marcelo Rech

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Por Marcelo Rech – Gerente de conteúdo na 4Buzz

 

 

 

Está chegando o dia mais esperado do esporte norte-americano: o Super Bowl LIII. Alerta! Não é a final do Super Bowl. Ele é a própria final do campeonato, a National Football League.

A NFL é a liga mais rica do planeta, com a franquia mais valiosa do mundo, o Dallas Cowboys, que montou duas grandes equipes nos anos 1970 e 1990, mas que há muitos anos não brilha nos playoffs.

Porque tanto interesse em um jogo?

Eu tenho interesse em dobro no evento. Primeiro, porque sou apaixonado por futebol americano desde criança e também fui atleta, quando joguei como running back no São Paulo Storm. E, claro, meu time está no Super Bowl, o New England Patriots, contra o Los Angeles Rams. Sou torcedor há muitos anos, ainda quando Tom Brady não era moda, muito menos marido da Gisele Bündchen.

O segundo motivo é a publicidade. Além da própria partida, há uma grande expectativa pelos filmes que serão exibidos nos incontáveis intervalos. É quando acontecem os grandes investimentos das marcas, que apostam nas melhores ideias e realizam produções à altura do espetáculo esportivo.

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O Superbowl é mais do que um jogo: é um espetáculo no estádio e na TV

Quatro emissoras de TV possuem os direitos de transmissão do Super Bowl, mas a cada ano apenas uma exibe o jogo. No ano seguinte é outra e assim sucessivamente.

O Super Bowl LIII será exibido pela CBS, com valor médio de 5 milhões de dólares por 30 segundos. Convertendo para a cotação de R$ 3,64, são 18,2 milhões de reais. É chover no molhado, mas é o minuto mais caro da TV mundial.

Alguns dos filmes se destacam e são viralizados nas redes sociais (confesso que boa parte deles considero fracos para a proporção e valor investido). No próprio domingo começam a surgir listas com todos os filmes exibidos e na segunda-feira a 4Buzz vai trazer uma delas.

Não prometemos avaliações sobre o show do Marron 5, outra grande atração da final da liga, mas vamos focar nos que chamam a atenção. Alguns dos filmes exibidos durante o Super Bowl são ícones, marcaram época e construíram marcas.

Abaixo, alguns trabalhos marcantes e com gosto pessoal. Boa parte deles são muito famosos, além de um filme pouco badalado. Gosto demais dele por brincar com a principal característica do intervalo.

 

  • Apple – “1984”, mais do que um filme, uma lenda da publicidade. Clique e veja!
  • Bud – “Wassup” marcou o começo dos anos 2000 e virou bordão, rendendo uma série de outros filmes, além de um remake para a campanha de Barack Obama. Clique e veja!
  • Old Spice – “The Man” também rendeu uma extensa campanha, com ações na internet. O ator Isaiah Mustafa virou celebridade. Clique e veja!
  • Pepsi – “Coke Guy” traz a eterna briga entre Pepsi e Coca-Cola. A simplicidade da ideia é fantástica. Clique e veja!
  • Volkswagen – “The Force” é um clássico um pouco mais recente e viralizou pelas redes sociais. O filme foi exibido antes na internet, mas o SB potencializou. Clique e veja!
  • Reebok – “Office Linebacker” é sensacional, com mais de 3:30 minutos (imagine a verba de mídia). A marca era a fornecedora oficial de material esportivo da NFL, o filme tem total aderência ao evento e retrata perfeitamente o jogador dessa posição. Para quem se interessar, pesquise no Youtube por Ray Lewis. Vale tanto pelas jogadas como pelos discursos. Clique e veja!
  • E-Trade – “Monkey” é o filme menos badalado que mencionei acima. Achei marcante justamente por brincar com o valor do intervalo comercial. Parece um filme ideia boba, mas o final é matador. Clique e veja!

 

Espero que tenham gostado dessa pequena lista com uma seleção das peças que gosto. Tem muitos outros, claro. Domingo a gente confere a nova safra de comerciais do Super Bowl. Será que algum deles vai se transformar em ícone da propaganda?